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É preciso aceitar a morte

    Não há regras nem tempo definido para vencer a tristeza de perder alguém próximo, seja da família ou do círculo de amigos. A primeira reação do ser humano, quando sabe da morte, é a negação, momento em que a perda parece não passar de um pesadelo, de uma brincadeira de mau gosto.

    Chorar, ver fotos e lembrar de quem morreu, num processo de catarse, é uma das maneiras de enfrentar a perda. Outros, no caminho contrário, evitam se expor a situações que lembram a pessoa para manter distância da dor.

    "O luto é um processo em que a perda leva tempo para ser elaborada. Quando se perde alguém importante, sentimentos fortes vêm à tona e é importante deixar aflorar o que vier. Chorar se tiver vontade, conversar ou simplesmente ficar quieto", diz Maria Júlia Kovacs, professora de psicologia da morte do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo).

    A professora de psicologia clínica da pós-graduação da PUC (Pontifícia Universidade Católica) e coordenadora do LELU (Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto), Maria Helena Pereira Franco, diz que a fase inicial do luto é a mais difícil de ser aceita, mas que as etapas não devem ser queimadas. "É normal buscar a pessoa e sentir saudade, até que um dia aceita-se que ela não voltará mais.".

 

Fonte: portal.prefeitura.sp.gov.br

  Depoimentos

"Parabéns pela presteza e eficácia de atitudes."

Quincio Francisco Goulart Neto

 



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